Organizações complexas

Se considerarmos um sistema como um conjunto de elementos inter relacionados, agindo em conjunto como um todo para alcançar um determinado objectivo, então esta organização pode ser considerada um sistema composto por pessoas, também elas novos sistemas, que também se regulam por feed-back positivos e negativos e por ligações reciprocas.

Uma representação matemática da organização procurando uma avaliação métrica para um sistema tão complexo antecipa um indeterminado número de soluções que se podem decompor num conjunto de elementos diferenciadores do sistema onde todos eles se regulam entre si por feedbacks positivos e negativos e ligações de reciprocidade.

Estes tem uma representação matemática na álgebra de Lie sob a forma de grupos de dimensão infinita ou grupos de loop enquanto as ligações de reciprocidade podem ser vistas com um caso especial de loop que é o circulo e isto porque são ações positivas ou negativas sobre o próprio.

Com esta abordagem torna-se possível avaliar que existe um indeterminado numero de variáveis que satisfazem o resultado da matriz. Se pensarmos num cubo com 3 vectores com um valor infinito para cada um, podemos perceber que sem alterar a área do cubo o numero de resultados que são do domínio dessa matriz é indeterminado embora a partir de um determinado valor o cubo fique tão fino que apenas se assume como um objecto com dois vectores relevantes.

O trabalho de "Coachrink" como treinador de equipes e simultaneamente como psiquiatra/psicólogo para grupo-análise permite identificar e quantificar as disfunções do sistema e procurar corrigi-las sob a forma de criar ligações de confiança nos elementos que o compõem com um padrão complementar na identificação e correção de patologias.

Este grupo numa organização não pretende substituir o líder nem o gestor, apenas se afirma como um grupo cuja função é a de procurar respostas para a nova visão e os desafios que isso implica na empresa. Não são eles que criam a visão do sistema, função indelével do líder, nem resolvem os problemas complexos da gestão da responsabilidade do gestor.

Procuram apenas que a visão seja clara e perceptível por todos os interessados na organização, que a solução dos problemas complexos seja partilhada pelas equipes especializadas em diferentes áreas e que cada indivíduo do sistema possa contribuir com o seu saber e conhecimento no sistema para uma melhor desempenho na organização.

Para isso ele tem eliminar os silos e reorganizar a forma e modelo de atuação. Como?  Por exemplo, imaginem que ao virar a direção da bicicleta para a direita esta vai para a esquerda e vice-versa? Fácil? Veja este video e faça a analogia para mudar uma organização e o seu algoritmo "cultural".

 

 

Neste sentido para fazer o trabalho do "coachrink" tem de ser:

  • Muito eficaz
  • Muito profissional
  • Receber o apoio do líder para esse trabalho
  • Procurar ser o mais transparente no seu trabalho
  • Priorizar as suas tarefas e visibilidade no que está a ser feito
  • Inspeccionar e adaptar os problemas, e validar se o problema existe
  • Criar o modelo com o qual os inetressados se identificão a desenvolver colaborando ativamente
  • Aprender a comunicar o desenvolvimento do seu trabalho com os interessados de forma regular
  • Definir o tempo de cada e o fim dessas tarefas

"Coachrink" - nome inventado por nós na garagem para definir o modelo pelo qual fazemos o que fazemos.

Vamos ver até onde fomos com algumas das conclusões dos posts:

Já falhámos, já entendemos que existem organizações que aprendem apenas a lei dos números, Gestão precisa de existir para dar números, Lideres para conquistar as pessoas que nos colocam em número um e como o Coachrink pode ajudar a ser ... ! Vamos ver o que pensamos a seguir e se nos seguem, um grande ab!

JP e HLo

AGILE21 IN